A administradora Lynsey Church foi até o estacionamento de um hospital de Wishaw (Inglaterra) e de lá não saiu por quatro meses. Não saía de lá para nada. Até para trabalhar. Com ajuda de um laptop e um celular dava conta de suas obrigações na empresa. O motivo: um ataque fortíssimo da síndrome do pânico.
A sensação de segurança vinha da proximidade dos médicos, caso a britânica precisasse de atendimento. E a casa dela ficava a apenas
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