O Vaticano anunciou normas mais rígidas contra a pedofilia no clero católico, introduzindo procedimentos acelerados para os casos mais urgentes e aumentando de 10 para 20 anos o período de prescrição depois da maioridade da vítima.
A Igreja Católica também decidiu equiparar à pedofilia os abusos contra pessoas com problemas mentais.
As normas prevêm "prodecimentos acelerados" para tratar os casos mais urgentes e graves, permitindo a designação de leigos para integrar os tribunais eclesiásticos.
As normas aparecem depois de uma série de escândalos de abusos sexuais envolvendo o clero em várias partes do mundo.
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